A Ranitidina HCl é um antagonista dos receptores H2, indicada para o tratamento de úlceras, refluxo gastroesofagiano e esofagite erosiva. Apresenta uma rápida absorção por via oral e sofre metabolização hepática antes de alcançar a circulação sistêmica (metabolismo de primeira passagem), sua biodisponibilidade, isto é, fração de fármaco que atinge a circulação sistêmica, é de aproximadamente 50%, sendo excretado pela urina e bile (RANG HP, 2011; JÚNIOR MLH, 2007).
Os antagonistas de receptores H2 são responsáveis por inibir a secreção de ácido gástrico estimulada pela histamina, através do mecanismo de competição pelos mesmos receptores. Além disso, diminuem a secreção deste ácido estimulada por alimentos, e agem na cicatrização das úlceras (RANG HP, 2011).
A seletividade da ranitidina se deve à semelhança estrutural com a molécula de histamina, melhorando seu efeito farmacológico e reduzindo os efeitos colaterais. O protótipo do grupo de bloqueadores H2 foi à cimetidina, a qual passou por alterações estruturais, resultando então na ranitidina que apresenta maior potência e seletividade em relação ao seu protótipo (BARREIRO & FRAGA CAM, 2005; Nunes AM, et al., 2005).
- Antiácido e anti-ulceroso;
- Tratamento da úlcera duodenal e gástrica benigna;
- Prevenção de úlceras duodenais;
- Tratamento de úlcera duodenal associada a H.Pylori.
Em adultos a dose usual é de 150mg por via oral, 2 vezes ao dia, ou uma dose única de 300mg à noite.
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